Tem momentos em nossa vida que tudo parece estar errado.
Não estamos satisfeitos com nossa vida pessoal e nem profissional.
Assim, paramos para refletir em que estamos errando e acertando.
Sem querer descobrimos pequenos erros.
Alguns que nos faz indagar o por que chegamos a tal ponto de fazer.
Porém, outros são de tal tamanho que parece que temos uma faca em nosso peito.
É neste ponto meu caro leitor que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Sei que tem horas que nossos erros martelam a nossa mente, nos consome e as vezes nos faz agir cegamente.
Bom... digo tranquilamente que isso é comum, pois hoje me vejo nesta situação.
Como não ficar puto quando descobrimos que deveriamos ter agido diferente?
Como não ficar triste com resultados que não queriamos?
Para quem espera textos mais poeticos meus, digo o seguinte:
Como escrever poesias se a alma do escritor vive em um prosa de horror?
Assim, relembrando uma velha frase minha declaro para vocês:
A pior coisa para um escritor romancista é escrever poesias de amor e no final estar só sem o amor de nenhuma delas.
Meu caros, relato fidediguinamente, as desilusões fazem parte do nosso viver.
Sofrer é o que permite o crescer. Sofra, chore, sinta raiva, queira dar murro, faça tudo que seu eu triste pedir... exceto se matar, pois depois disso nossa alma sairá mais forte.
quinta-feira, 5 de março de 2009
sábado, 13 de dezembro de 2008
Desabafo 2
Apago minha alma e esqueço que ainda sou vida.
Digo que tenho amores, mas o vazio se faz ferida.
Tento limpar e esquecer estas dores.
Mas só sinto nos amores horrores.
Pois esqueço meu passado, esquecendo o presente.
Por isso digo fidedignamente:
Apago a minha vida e esqueço que ainda sou gente.
Digo que tenho amores, mas o vazio se faz ferida.
Tento limpar e esquecer estas dores.
Mas só sinto nos amores horrores.
Pois esqueço meu passado, esquecendo o presente.
Por isso digo fidedignamente:
Apago a minha vida e esqueço que ainda sou gente.
Rezando
Minhas mãos juntas pedem a ti Senhor mais uma vez a Sua misericórdia.
Vejo o céu, mas ele está como sempre esteve; azul, com nuvens e nada mais.
Fecho meus olhos e faço minha mente reportar as imagens de Sua crucificação.
Só assim, me lembro da dor que sentiu por mim.
Neste momento minha dor se confunde com a imagem da dor que o Senhor deve ter sofrido.
Não demora muito e sinto ser afagado, como se um veludo passasse a mão em minha alma.
Não vejo nada, mas sei que é o Senhor, junto de mim e de meu anjo.
Neste instante começo a rezar dizendo: “Oh Pai amado, me escute mais uma vez”.
Paro e penso como pedir, mas logo me lembro que até o meu pensamento Ele já conhece.
Então, me envergonho, pois, também me recordo do que fiz e faço da minha vida longe do Santíssimo.
Ainda assim, em face da grande piedade do Pai, continuo neste ato pessoal.
E então peço, posto que, creio no imenso Amor Dele, e suplico de todo o meu coração.
Após meus pedidos deparo que agi mais uma vez diferente do que Ele ensinou...
Porque sempre solicito que seja feito os meus pedidos e nunca que seja feita a Vossa vontade.
Porém, humano como sou e em nome de Jesus Cristo, ainda assim, peço a Ti, oh meu Senhor.
E como era feito desde o início dos tempos, concluo como todos os cristãos...
Dizendo: Amém.
Vejo o céu, mas ele está como sempre esteve; azul, com nuvens e nada mais.
Fecho meus olhos e faço minha mente reportar as imagens de Sua crucificação.
Só assim, me lembro da dor que sentiu por mim.
Neste momento minha dor se confunde com a imagem da dor que o Senhor deve ter sofrido.
Não demora muito e sinto ser afagado, como se um veludo passasse a mão em minha alma.
Não vejo nada, mas sei que é o Senhor, junto de mim e de meu anjo.
Neste instante começo a rezar dizendo: “Oh Pai amado, me escute mais uma vez”.
Paro e penso como pedir, mas logo me lembro que até o meu pensamento Ele já conhece.
Então, me envergonho, pois, também me recordo do que fiz e faço da minha vida longe do Santíssimo.
Ainda assim, em face da grande piedade do Pai, continuo neste ato pessoal.
E então peço, posto que, creio no imenso Amor Dele, e suplico de todo o meu coração.
Após meus pedidos deparo que agi mais uma vez diferente do que Ele ensinou...
Porque sempre solicito que seja feito os meus pedidos e nunca que seja feita a Vossa vontade.
Porém, humano como sou e em nome de Jesus Cristo, ainda assim, peço a Ti, oh meu Senhor.
E como era feito desde o início dos tempos, concluo como todos os cristãos...
Dizendo: Amém.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Gritos da mente
Ecoa em meus ouvidos o vazio,
Mesmo entre inúmeras pessoas,
Me faz sentir nada, algumas coisas,
E escuto unicamente nenhum assobio.
Meu coração que acreditava em alegria,
Hoje se pergunta o que está acontecendo?
Será que a farrá é euforia?
Ou o que só escondia o que estou temendo?
Inconscientemente lembro de pessoas,
Consciente lembro de palavras,
Irresistivelmente lembro de ama-las,
Resistentemente tento descarta-las.
Depois que todos se vão.
Eu e minha solidão,
Fico a rezar por uma solução
E assim acabar esta confusão.
Será que tudo que preciso depende de mim?
Será que meu erro estar em ser assim?
Ou em acreditar que existe um fim?
Não sei... mas sei que ecoa em minha mente,
O nada dizendo:"Perdão... perdão... perdão...".
Mesmo entre inúmeras pessoas,
Me faz sentir nada, algumas coisas,
E escuto unicamente nenhum assobio.
Meu coração que acreditava em alegria,
Hoje se pergunta o que está acontecendo?
Será que a farrá é euforia?
Ou o que só escondia o que estou temendo?
Inconscientemente lembro de pessoas,
Consciente lembro de palavras,
Irresistivelmente lembro de ama-las,
Resistentemente tento descarta-las.
Depois que todos se vão.
Eu e minha solidão,
Fico a rezar por uma solução
E assim acabar esta confusão.
Será que tudo que preciso depende de mim?
Será que meu erro estar em ser assim?
Ou em acreditar que existe um fim?
Não sei... mas sei que ecoa em minha mente,
O nada dizendo:"Perdão... perdão... perdão...".
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Pensamento
se vivo entre as noites e meu sorriso é pequeno. não temas, é pq o meu amor está sofrendo. se acreditas em perdão, que vale a pena dar a mão. não temas, pois só vale as Coisas do coração. se acreditas q existe em solidão. então lhe peço: me tira desta situação.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Desabafo 1

As vezes me encontro perdido em um olhar.
As vezes me pergunto em quem devo acreditar.
As vezes questiono se devo parar de sonhar.
As vezes enraivesso pelo que não mereço.
As vezes penso em até me matar.
As vezes questiono se vale tudo o que fiz.
Sempre há um questionamento.
Sempre há uma resposta.
Mas nem sempre o que nos responde é satisfatório.
Será que se doar a alguem é o suficiente?
Será que a nossa maneira nunca é o que realmente precisamos?
Não sei de muitas coisas.
Mas sei que mais questionamentos virão.
Sei que fiz muito por muitos.
Mas hoje que preciso dos muitos não sinto a presença de ninguem.
Mal sinto o ar.
Não quero ter forças para lutar.
Sei que tenho que mudar.
Nada do que vivi pode continuar.
Não posso mais ser o que era antes.
Não tudo.
Mas muito do que fui num posso mais.
Pois quiz alegrar a quem eu dava valor.
E hoje, no fundo do poço, não possuo nem uma palavra para me ajudar.
Perdi muitas coisas que valorizei.
Perdi muitas coisas que temia em perder.
Perco hoje o que num posso perder.
Logo, para mim tanto faz ser o que era ou ser o que preciso ser.
Meus sonhos mudaram.
Meu foco é outro.
Meus amigos não são mais os mesmo.
Os que estão ao meu redor, nada sabe quem sou.
Sinto que não posso mais lutar.
Sinto que este desabafo nada vai dar.
Mas sei... que tudo que me corroia está aqui.
Meu sincero dizer que sofro por minha saúde, por meu avô, por Gabriel, pelo meu Eterno Amor, pela minha profissão, pelos meus amigos, entre outras coisas.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Coisas que me vem a noite...
Hoje eu vivo em uma fase complicada.
Vivo entre as lembranças do que tive e vivi.
E vivo entre um desejo que um novo amor me remeta ao esquecer esta dor.
Relembrar e esquecer, palavras que meu dicionário escreve e apaga todo instante.
Sentimento confuso de se viver.
Fardo pesado por não ter nada mais o que fazer.
Vivo entre as lembranças do que tive e vivi.
E vivo entre um desejo que um novo amor me remeta ao esquecer esta dor.
Relembrar e esquecer, palavras que meu dicionário escreve e apaga todo instante.
Sentimento confuso de se viver.
Fardo pesado por não ter nada mais o que fazer.
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