segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Gritos da mente

Ecoa em meus ouvidos o vazio,
Mesmo entre inúmeras pessoas,
Me faz sentir nada, algumas coisas,
E escuto unicamente nenhum assobio.

Meu coração que acreditava em alegria,
Hoje se pergunta o que está acontecendo?
Será que a farrá é euforia?
Ou o que só escondia o que estou temendo?

Inconscientemente lembro de pessoas,
Consciente lembro de palavras,
Irresistivelmente lembro de ama-las,
Resistentemente tento descarta-las.

Depois que todos se vão.
Eu e minha solidão,
Fico a rezar por uma solução
E assim acabar esta confusão.

Será que tudo que preciso depende de mim?
Será que meu erro estar em ser assim?
Ou em acreditar que existe um fim?

Não sei... mas sei que ecoa em minha mente,
O nada dizendo:"Perdão... perdão... perdão...".

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Pensamento

se vivo entre as noites e meu sorriso é pequeno. não temas, é pq o meu amor está sofrendo. se acreditas em perdão, que vale a pena dar a mão. não temas, pois só vale as Coisas do coração. se acreditas q existe em solidão. então lhe peço: me tira desta situação.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Desabafo 1



As vezes me encontro perdido em um olhar.
As vezes me pergunto em quem devo acreditar.
As vezes questiono se devo parar de sonhar.
As vezes enraivesso pelo que não mereço.
As vezes penso em até me matar.
As vezes questiono se vale tudo o que fiz.

Sempre há um questionamento.
Sempre há uma resposta.
Mas nem sempre o que nos responde é satisfatório.
Será que se doar a alguem é o suficiente?
Será que a nossa maneira nunca é o que realmente precisamos?

Não sei de muitas coisas.
Mas sei que mais questionamentos virão.
Sei que fiz muito por muitos.
Mas hoje que preciso dos muitos não sinto a presença de ninguem.

Mal sinto o ar.
Não quero ter forças para lutar.
Sei que tenho que mudar.
Nada do que vivi pode continuar.

Não posso mais ser o que era antes.
Não tudo.
Mas muito do que fui num posso mais.
Pois quiz alegrar a quem eu dava valor.
E hoje, no fundo do poço, não possuo nem uma palavra para me ajudar.

Perdi muitas coisas que valorizei.
Perdi muitas coisas que temia em perder.
Perco hoje o que num posso perder.
Logo, para mim tanto faz ser o que era ou ser o que preciso ser.

Meus sonhos mudaram.
Meu foco é outro.
Meus amigos não são mais os mesmo.
Os que estão ao meu redor, nada sabe quem sou.

Sinto que não posso mais lutar.
Sinto que este desabafo nada vai dar.
Mas sei... que tudo que me corroia está aqui.
Meu sincero dizer que sofro por minha saúde, por meu avô, por Gabriel, pelo meu Eterno Amor, pela minha profissão, pelos meus amigos, entre outras coisas.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Coisas que me vem a noite...

Hoje eu vivo em uma fase complicada.
Vivo entre as lembranças do que tive e vivi.
E vivo entre um desejo que um novo amor me remeta ao esquecer esta dor.
Relembrar e esquecer, palavras que meu dicionário escreve e apaga todo instante.
Sentimento confuso de se viver.
Fardo pesado por não ter nada mais o que fazer.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Julgameto da Diké



Voltamos ao tempo dos antigos.
Voltamos a época da justiça livre.
Me jogaram aos leões,
Arrancaram minhas roupas,
Rasgaram meu coração
E eu nem pude me defender.

Fui acusado de coisas.
Dei meu depoimento evasivo,
Disse o que sabia e acreditava.
Escutou falsas verdades de outrem
E neste diapasão a Excelentíssima Juiza sentenciou.

Em lágrimas minhas
Frieza dela em palavras
Fez um simples gesto
O não que tanto clamei que num fosse assim.

Mas como um bom crente da justiça,
Calo-me e faço o que tenho que fazer.
Nesta justiça arcaica
Em que não há recursos
Cumpra-se sem protestos
O fim nosso e o seu começo
Sem pestanejos o que há de mim e você.

Sendo assim,
Cumpra-se minha amada Diké.

O chorinho do perdão



Como posso viver assim
Se tudo que há em mim.
É você e tudo me leva ao fim
Nesta estória tão ruim.


Como posso viver assim
Se lhe dei meu amor sem fim.
E nesta estória tão ruim
O meu coração chora por ti.


Entre tantos e cantos
Nos amamos e nos erramos
Fomos felizes e infelizes
Mas um dia propiciei ao fim.

Entre tanto choro
Inumeros soluços
Quando dei por mim
Supliquei para que num fosse assim.


Como posso viver assim
Se tudo que há em mim.
É você e tudo me leva ao fim
Nesta estória tão ruim.


Como posso viver assim
Se lhe dei meu amor sem fim.
E nesta estória tão ruim
O meu coração chora por ti.

Agora eu te suplico
Me humilho
Te digo
Volta e vem pra mim.

Volta amor, te amo!!!

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Sei que não sou compositor, mas acabei fazendo tipo um samba como gosto de escutar, como Flor de Liz... uma dos grandes mestres.... me inspirei neles, por isso me atrevi e coloco para a foto do meu poeta e compositor inspiração Vinícius. Será que deu samba????

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Alcool, saúde e amor

Mais uma vez minha saúde apitou,
Meus problemas por dias me corroeram.
Minha saúde gritou,
Meu coração chorou
E eu mais uma dia rolei em minha rede de um lado para o outro sem dormir.

Pela manhã, com a notícia que eu já esperava.
Me veio a idéia de que só alcool seria o melhor caminho,
Por isso bebi,
Bebi como um bebarrum de primeira.
Foi cerveja até...

Durante tantos goles
Fiz o que a maioria dos apaixonados faz...
Liguei para você como o ultimo grito de quem sempre faz.
Falei por quinze minutos... choraste e eu quase também,
Mas seguerei a lágrima com alcool.
E quem disse que isso segura???

Fui fazer qualquer coisa,
Pois sabia que o que disse ao seu coração não seguraria
Mas me retrucaria com alguma palavra
E eu fui fazer qualquer coisa ao em vez de escuta-la.

Retornei os seus sete telefonemas...
Menos chorosa conseguia ver
através de um simples telefonema seu rosto menos choroso
mas mais temeroso com o que fazia e falava.
Não sei se era verdade, mas seus sentimentos
todos os instantes senti pulsar por mim.
Mesmo com o choro por raiva de me amar e não querer mais
Ou simplesmente querendo se resolver e me esquecer.

Combinamos em falar depois...
Mas quem disse que isso é o suficiente???
Minha alma fala de você,
Meu ser chora sem lhe ver,
E por isso mais uma vez, passo mal, tenho minha crise,
E tudo me leva a falar de você.

Como é que podes dizer que só digo mentiras?
Como podes dizer que não tem mais amor?
Como você tem coragem em dizer a outro homem que é o seu amor,
Se eu sou o que você sempre sonhou.

Nos braços do sono, tento mais uma noite dormir
Mas nada me consegue parar
Pois sempre me lembro do que tenho a lhe falar
Entre lágrimas e suspiros
Que eu hei de sempre lhe amar.