Aos amigos que fiz
E não porque simplesmente eu quiz
Mas que me fizeram feliz
Nestes cinco anos de aprendiz.
Deixo um forte abraço
E sem o costumeiro embaraço
Mas já deixando um espaço
No peito e no meu baço.
E durante a vida
Se me achar numa avenida
Tenha certeza que sua ausência ainda é sentida.
E se parar para relembrar o nosso tempo
Digo a ti quem contento
Pois foi bom ter estudado contigo até este momento.
domingo, 22 de março de 2009
Um coração sem freios
Se um dia eu puder expor
Todo aquele amor
Que um dia se fez por você
E neste momento mesmo não sendo você
Sei que irei propor
A quem seja que for, um verdadeiro amor.
A única coisa a dizer
É que realmente deve-se fazer
Que não seja para mim e nem para você
E nem por mim e nem por você
Mas para quem sentir um verdadeiro amor
Na forma que for
Para que não brinque, não tema, não traia.
Saiba que mesmo sem rima,
Mas seguindo uma sina,
Descobrirá que perdeu quando se for
O seu verdadeiro amor.
Por isso, escrevo ao vento
Que avise a quem neste momento
Que o meu amor por ti acabou
Mesmo no meio do imenso espaço que deixou
Me vejo na relutância
E sem esmeros de ganância
Busco entre outras vestes
Devido as minhas preces
Alguem que complete minhas lembranças
E assim termino indicando as minhas esperanças
Que este fim
Seja tão ruim para ti, como é para mim.
Todo aquele amor
Que um dia se fez por você
E neste momento mesmo não sendo você
Sei que irei propor
A quem seja que for, um verdadeiro amor.
A única coisa a dizer
É que realmente deve-se fazer
Que não seja para mim e nem para você
E nem por mim e nem por você
Mas para quem sentir um verdadeiro amor
Na forma que for
Para que não brinque, não tema, não traia.
Saiba que mesmo sem rima,
Mas seguindo uma sina,
Descobrirá que perdeu quando se for
O seu verdadeiro amor.
Por isso, escrevo ao vento
Que avise a quem neste momento
Que o meu amor por ti acabou
Mesmo no meio do imenso espaço que deixou
Me vejo na relutância
E sem esmeros de ganância
Busco entre outras vestes
Devido as minhas preces
Alguem que complete minhas lembranças
E assim termino indicando as minhas esperanças
Que este fim
Seja tão ruim para ti, como é para mim.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Conversando com você
Tem momentos em nossa vida que tudo parece estar errado.
Não estamos satisfeitos com nossa vida pessoal e nem profissional.
Assim, paramos para refletir em que estamos errando e acertando.
Sem querer descobrimos pequenos erros.
Alguns que nos faz indagar o por que chegamos a tal ponto de fazer.
Porém, outros são de tal tamanho que parece que temos uma faca em nosso peito.
É neste ponto meu caro leitor que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Sei que tem horas que nossos erros martelam a nossa mente, nos consome e as vezes nos faz agir cegamente.
Bom... digo tranquilamente que isso é comum, pois hoje me vejo nesta situação.
Como não ficar puto quando descobrimos que deveriamos ter agido diferente?
Como não ficar triste com resultados que não queriamos?
Para quem espera textos mais poeticos meus, digo o seguinte:
Como escrever poesias se a alma do escritor vive em um prosa de horror?
Assim, relembrando uma velha frase minha declaro para vocês:
A pior coisa para um escritor romancista é escrever poesias de amor e no final estar só sem o amor de nenhuma delas.
Meu caros, relato fidediguinamente, as desilusões fazem parte do nosso viver.
Sofrer é o que permite o crescer. Sofra, chore, sinta raiva, queira dar murro, faça tudo que seu eu triste pedir... exceto se matar, pois depois disso nossa alma sairá mais forte.
Não estamos satisfeitos com nossa vida pessoal e nem profissional.
Assim, paramos para refletir em que estamos errando e acertando.
Sem querer descobrimos pequenos erros.
Alguns que nos faz indagar o por que chegamos a tal ponto de fazer.
Porém, outros são de tal tamanho que parece que temos uma faca em nosso peito.
É neste ponto meu caro leitor que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Sei que tem horas que nossos erros martelam a nossa mente, nos consome e as vezes nos faz agir cegamente.
Bom... digo tranquilamente que isso é comum, pois hoje me vejo nesta situação.
Como não ficar puto quando descobrimos que deveriamos ter agido diferente?
Como não ficar triste com resultados que não queriamos?
Para quem espera textos mais poeticos meus, digo o seguinte:
Como escrever poesias se a alma do escritor vive em um prosa de horror?
Assim, relembrando uma velha frase minha declaro para vocês:
A pior coisa para um escritor romancista é escrever poesias de amor e no final estar só sem o amor de nenhuma delas.
Meu caros, relato fidediguinamente, as desilusões fazem parte do nosso viver.
Sofrer é o que permite o crescer. Sofra, chore, sinta raiva, queira dar murro, faça tudo que seu eu triste pedir... exceto se matar, pois depois disso nossa alma sairá mais forte.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Desabafo 2
Apago minha alma e esqueço que ainda sou vida.
Digo que tenho amores, mas o vazio se faz ferida.
Tento limpar e esquecer estas dores.
Mas só sinto nos amores horrores.
Pois esqueço meu passado, esquecendo o presente.
Por isso digo fidedignamente:
Apago a minha vida e esqueço que ainda sou gente.
Digo que tenho amores, mas o vazio se faz ferida.
Tento limpar e esquecer estas dores.
Mas só sinto nos amores horrores.
Pois esqueço meu passado, esquecendo o presente.
Por isso digo fidedignamente:
Apago a minha vida e esqueço que ainda sou gente.
Rezando
Minhas mãos juntas pedem a ti Senhor mais uma vez a Sua misericórdia.
Vejo o céu, mas ele está como sempre esteve; azul, com nuvens e nada mais.
Fecho meus olhos e faço minha mente reportar as imagens de Sua crucificação.
Só assim, me lembro da dor que sentiu por mim.
Neste momento minha dor se confunde com a imagem da dor que o Senhor deve ter sofrido.
Não demora muito e sinto ser afagado, como se um veludo passasse a mão em minha alma.
Não vejo nada, mas sei que é o Senhor, junto de mim e de meu anjo.
Neste instante começo a rezar dizendo: “Oh Pai amado, me escute mais uma vez”.
Paro e penso como pedir, mas logo me lembro que até o meu pensamento Ele já conhece.
Então, me envergonho, pois, também me recordo do que fiz e faço da minha vida longe do Santíssimo.
Ainda assim, em face da grande piedade do Pai, continuo neste ato pessoal.
E então peço, posto que, creio no imenso Amor Dele, e suplico de todo o meu coração.
Após meus pedidos deparo que agi mais uma vez diferente do que Ele ensinou...
Porque sempre solicito que seja feito os meus pedidos e nunca que seja feita a Vossa vontade.
Porém, humano como sou e em nome de Jesus Cristo, ainda assim, peço a Ti, oh meu Senhor.
E como era feito desde o início dos tempos, concluo como todos os cristãos...
Dizendo: Amém.
Vejo o céu, mas ele está como sempre esteve; azul, com nuvens e nada mais.
Fecho meus olhos e faço minha mente reportar as imagens de Sua crucificação.
Só assim, me lembro da dor que sentiu por mim.
Neste momento minha dor se confunde com a imagem da dor que o Senhor deve ter sofrido.
Não demora muito e sinto ser afagado, como se um veludo passasse a mão em minha alma.
Não vejo nada, mas sei que é o Senhor, junto de mim e de meu anjo.
Neste instante começo a rezar dizendo: “Oh Pai amado, me escute mais uma vez”.
Paro e penso como pedir, mas logo me lembro que até o meu pensamento Ele já conhece.
Então, me envergonho, pois, também me recordo do que fiz e faço da minha vida longe do Santíssimo.
Ainda assim, em face da grande piedade do Pai, continuo neste ato pessoal.
E então peço, posto que, creio no imenso Amor Dele, e suplico de todo o meu coração.
Após meus pedidos deparo que agi mais uma vez diferente do que Ele ensinou...
Porque sempre solicito que seja feito os meus pedidos e nunca que seja feita a Vossa vontade.
Porém, humano como sou e em nome de Jesus Cristo, ainda assim, peço a Ti, oh meu Senhor.
E como era feito desde o início dos tempos, concluo como todos os cristãos...
Dizendo: Amém.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Gritos da mente
Ecoa em meus ouvidos o vazio,
Mesmo entre inúmeras pessoas,
Me faz sentir nada, algumas coisas,
E escuto unicamente nenhum assobio.
Meu coração que acreditava em alegria,
Hoje se pergunta o que está acontecendo?
Será que a farrá é euforia?
Ou o que só escondia o que estou temendo?
Inconscientemente lembro de pessoas,
Consciente lembro de palavras,
Irresistivelmente lembro de ama-las,
Resistentemente tento descarta-las.
Depois que todos se vão.
Eu e minha solidão,
Fico a rezar por uma solução
E assim acabar esta confusão.
Será que tudo que preciso depende de mim?
Será que meu erro estar em ser assim?
Ou em acreditar que existe um fim?
Não sei... mas sei que ecoa em minha mente,
O nada dizendo:"Perdão... perdão... perdão...".
Mesmo entre inúmeras pessoas,
Me faz sentir nada, algumas coisas,
E escuto unicamente nenhum assobio.
Meu coração que acreditava em alegria,
Hoje se pergunta o que está acontecendo?
Será que a farrá é euforia?
Ou o que só escondia o que estou temendo?
Inconscientemente lembro de pessoas,
Consciente lembro de palavras,
Irresistivelmente lembro de ama-las,
Resistentemente tento descarta-las.
Depois que todos se vão.
Eu e minha solidão,
Fico a rezar por uma solução
E assim acabar esta confusão.
Será que tudo que preciso depende de mim?
Será que meu erro estar em ser assim?
Ou em acreditar que existe um fim?
Não sei... mas sei que ecoa em minha mente,
O nada dizendo:"Perdão... perdão... perdão...".
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Pensamento
se vivo entre as noites e meu sorriso é pequeno. não temas, é pq o meu amor está sofrendo. se acreditas em perdão, que vale a pena dar a mão. não temas, pois só vale as Coisas do coração. se acreditas q existe em solidão. então lhe peço: me tira desta situação.
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