Arranca deste peito o coração que bate.
Tira minhas entranhas e rasga meu cérebro.
Desfigura meu rosto e corroe minha mente.
Estoura minhas lembranças e num deixe mais nada de mim.
Não quero mais esta carcaça.
Não quero mais este corpo
E muito menos esta vida
Que me resta sem o prumo da vida que o amor.
Fiz por onde.
Mas sofro também.
Choro como um bebê sem ninguem.
Como um poeta romantico vivo a espera da morte.
Como um poeta modernista bebo para esquecer.
Mas como num sou nenhum dos dois rezo e suplico um vitem.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
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