domingo, 2 de setembro de 2007

Entre flores e espinhos

Nunca me esquecerei do vento
Nunca me esquecerei do amor
Nunca me esquecerei do mar
Nunca me esquecerei do por do sol.

Não me deixarei ser levado por razões
Não me deixarei sofrer por faltas
Não me deixarei sentir dor de amores
Não me deixarei esquecer o inesquecível.

Como nunca devemos dizer nunca
Sei que este primeiro quarteto será quebrado
Como este soneto é.

Mas sei que como o amor brota e finca raizes pronfundas
Só o tempo para arrancar e fazer uma rosa onde o nunca e o não deixar
Hoje habita e deseja um novo ser para segurar.

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