Um quer ser mais do que o outro
Mas no passado queriam ser iguais
E hoje a diferença se faz
Em par o que antes era um.
O individualismo quer se sobre sair
Em coisas que nunca houve aqui
Mas entre um oi aí
O outro só se faz fingir.
Fingindo haver outro
Não querendo ver uma volta
Não sentindo o que sentia.
Será que nada mais sente?
Ou a razão é serene
Entre um olhar e o acabar da gente?
(meus sentimentos registrados aqui por estar um mês sem quem eu tive em quatro anos em um sentimento de amizade, respeito e sem falar da cumplicidade amando-a)
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário